O “Zoon Politikon” de Aristóteles – Quem Foi?! VI

19 - 12 - 2017 / Gizcast

Fala pessoal do GizCast!

Em mais um programa do Quem Foi?!, Gabriel Bonz (@_gabrielbonz) desbrava um pouco da obra de um dos principais filósofos da História da Filosofia – provavelmente o maior dos gregos – que é Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.). Mente brilhante que define quase todos os caminhos que a filosofia ocidental passa por sua história, nosso programa fala um pouco sobre sua concepção política e antropológica: o zoon politikon.

Lembrando que qualquer dúvida, sugestão, indicação de convidado, é, não só bem vinda, como necessária. Para entrar em contato nos procure no Facebook, no Twitter ou no e-mail.

Agradecemos a Yann Cerri (@yanncerri) pela arte da capa e à Sapiens Solutions pelo suporte ao podcast.

Produção: Gabriel Bonz.
Participação: Gabriel Bonz.
Edição: Gabriel Bonz.
Arte da Capa: Yann Cerri.


Referência do início do programa:

“Assim, quando um ser é perfeito, de qualquer espécie que ele seja – homem, cavalo, família -, dizemos que ele está na natureza. Além disso, a coisa que, pela mesma razão, ultrapassa as outras e se aproxima mais do objetivo proposto deve ser considerada a melhor. Bastar-se a si mesma é uma meta a que tende toda a produção da natureza e é também o mais perfeito estado. É, portanto, evidente que toda Cidade está na natureza e que o homem é naturalmente feito para a sociedade política. Aquele que, por sua natureza e não por obra do acaso, existisse sem nenhuma pátria seria um indivíduo detestável, muito acima ou muito abaixo do homem, segundo Homero: ‘Um ser sem lar, sem família e sem leis’.

Aquele que fosse assim por natureza só respiraria a guerra, não sendo detido por nenhum freio e, como uma ave de rapina, estaria sempre pronto para cair sobre os outros.

Assim, o homem é um animal cívico, mais social do que as abelhas e os outros animais que vivem juntos. A natureza, que nada faz em vão, concedeu apenas a ele o dom da palavra, que não devemos confundir com os sons da voz. Estes são apenas a expressão de sensações agradáveis ou desagradáveis, de que os outros animais são, como nós, capazes. A natureza deu-lhes um órgão limitado a este único efeito; nós, porém, temos a mais, senão o conhecimento desenvolvido, pelo menos o sentimento obscuro do bem e do mal, do útil e do nocivo, do justo e do injusto, objetos para a manifestação dos quais nos foi principalmente dado o órgão da fala. Este comércio da palavra é o laço de toda sociedade doméstica e civil.”

(ARISTÓTELES, A Política. Livre: DHNet, disponível em: http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/marcos/hdh_aristoteles_a_politica.pdf, pp. 11).


#GizCastAcessível: A capa tem uma foto do busto em mármore de Aristóteles, um homem sério, de cabelo liso e que possui uma barba bem cheia. Está escrito em fonte Times New Roman maior “QUEM VI FOI?!” e, embaixo, “Zoon Politikon” de Aristóteles. Ao redor da capa há uma simulação de moldura dourada.


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